sábado, 25 de dezembro de 2010

A gente nunca sabe de quem vai gostar

É porque o Amor não conhece a Liberdade, apesar da ilusão de autonomia quando, nesse estado de espírito, tudo parece possível. O Amor, sim, convive com a obediência. Sem ela, o amante não aceitaria os motivos de se machucar tanto. O Amor é uma história de aceitação. De modo que a disciplina dá sentido ao Amor; enquanto que a liberdade, em algum lugar, caminhando com o tempo, fala (baixinho): - Faça a sua parte para o eterno retorno da novidade. O tempo que tudo des(cons)trói.


Edvard Munch - Vampire (1894)

3 comentários:

Roseane disse...

E o amor tbm não conhece idade ou aparência. Aparece de repente, em qualquer ocasião com qualquer pessoa. E acredito, que o mais significativo, é o que une pais e filhos e amigos, porque este tipo de amor é o que permanece.

Bom fim de ano!!

http://inutilidadesliterariaseafins.blogspot.com/2010/12/sociedade-do-conhecimento-morto.html

Luana Bonin Portes disse...

...fala bem baixinho.

Stênio disse...

O amor não conhece nada... Não quer nem saber...
E a gente é que se dana =)